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 [Fan-Fic] - Ecos do Passado

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Alexis
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MensagemAssunto: [Fan-Fic] - Ecos do Passado   Dom 10 Out 2010, 12:58 am

Nome da Fic: Ecos do Passado
Criadora: Hanako
Status: Incompleta
Idade: Todas as idades.
Conteúdo: Ação, Suspense, Romance, Drama, Ficção.
Shippers: Miya e Charles.
Resumo: Miya sempre foi uma garota amada por sua família e pela população de sua cidade, e sua busca para superar seus pais a move para se tornar em uma grande maga. Porém a chegada de Charles na cidade, bem como de outros eventos, transformam a cidade em um campo de batalha e Miya terá que lidar com os fantasmas de seu passado, com as verdades e mentiras que poderão a destruir para sempre.

Obs: Espero que gostem ^^

------------------------------------------------------------------

Capítulo I – Fim do Inverno

Era um belíssimo dia de sol na cidade de Elmswell e todos os moradores estavam saindo de suas casas para desfrutar o primeiro dia da primavera, o marco do fim do rigoroso inverno que atingiu a região. Os mercadores criaram o Festival Sprihnthielks, o Festival da Primavera, para mostrar suas novidades e para lucrarem com seus produtos artesanais. No castelo da família Greville, Dacilla, uma empregada da família estava arrumando o quarto de seus patrões quando Miya aparece e a abraça.

- Bom dia Dacilla!
Dacilla: Bom dia mesmo! Faz tempo que eu não via o sol brilhar com tanta intensidade! É uma pena ter que trabalhar hoje. Miya, seus pais pediram para não sair da cidade, então obedeça.
- Sou maior de idade, Dacilla. Eles sabem bem disto. E outra, vá tirar um dia de folga. Sei que seus filhos vão apreciar isso.
Dacilla: Você é muito boa conosco Miya, mas realmente eu preciso terminar aqui e...
- Deixe de ser teimosa e saia daqui. Vá aproveitar! Eu vou insistir até você ir...
Dacilla: E quem vai fazer o café para quando eles voltarem?
- Eu mesma faço. E depois eu peço ajuda para Irene, tenho certeza que ela saberá me ajudar. Meus país estão viajando, vão demorar para voltar.
Dacilla: Irene é nova aqui, ela vai fazer tudo errado. Bom já que insiste, tirarei um dia de folga. Levarei Daniel e Samara para uma caminhada nos jardins da cidade. Tens que buscar água no poço, Miya.
- Pode deixar, agora vá e se divirta! ^^
Dacilla: Por favor, não apronte nada.
- Vai tranquila!

Dacilla retira seu uniforme e se despede de Miya saindo pelo portão móvel, deixando Miya sozinha no castelo. Miya sabia que Irene e os outros criados estavam de folga e que seus pais deixaram Dacilla para cuidar de Miya por causa disto, mas ela queria ficar sozinha e conseguiu convencer Dacilla a sair. Miya vai até a torre leste e ao ver que Yuki, sua coruja de estimação não havia voltado para o almoço, Miya decide então ir até a cidade e abastecer-se de água. Ela veste uma roupa simples (para ela era simples, mas aos olhares dos outros, ela estava elegante como se fosse alguém muito importante). A caminhada até o lado norte da cidade era difícil, ainda mais carregando uma bacia pesada, mas Miya continuava a caminhar até chegar à parte mais agitada de Elmswell.

As crianças corriam atrás de uns gatos e outras brincavam no parquinho, animadas que o frio os abandonou. As mães sentavam nos banquinhos das praças e conversavam sobre o tempo, seus filhos, coisas mundanas. Miya sempre se perguntou por que tentava escutar o que elas conversavam. Ela não gostava muito de crianças, mas se sentia feliz ou saudosista ao ouvir, ela não sabia o porquê daquilo. Já no poço ela consegue girar a manivela enferrujada para fazer descer o balde até o fundo e quando escuta o barulho da queda ela a puxa a gira de volta para em seguida colocar a água na bacia que trouxe do castelo. Foi necessário repetir umas 2 vezes para encher totalmente a bacia, e ao tentar erguer, Miya percebe que se antes já era pesada para ela, agora estava demais.


“Ser maga tem suas desvantagens. Tenho que treinar mais meu corpo, ou provavelmente em uma hipotética batalha eu possa perder. E eu não quero ser subjugada por uma espada. Não mesmo.”

O pensamento que ela teve fez a rir, ultimamente ela estava tendo cada pensamento que às vezes ela pensava estar louca. Talvez fosse o trabalho excessivo que fazia ao ir a missões quase todos os dias. Ela seguiria o conselho de seu pai, para retirar umas longas férias em algum lugar bastante agradável. A população reclamava muito do frio, mas era a temperatura mais agradável para Miya, até porque sua habilidade ficava fortalecida em locais assim. De volta ao planeta Terra, ela tenta erguer a bacia e consegue com muita dificuldade. Ela caminhava devagar, derrubando um pouco de água pelo caminho, e se atrapalhava mais quando tinha que cumprimentar algum conhecido que encontrava a cada passo que dava. O morro que ela encontrou mais a frente fora cruel com ela, forçando-a exercer maior força em suas pernas, derrubando mais água.

Um garoto caminha perto de Miya e este a olha com tal intensidade que deixa Miya envergonhada ao extremo. Depois do sorriso caloroso dele, Miya derruba a bacia que cai reta, e o garoto começa a rir. Muita água estava mais fora da bacia do que dentro e Miya volta a erguer a bacia, agora levíssima. Umas mulheres passam por Miya, carregando cestas com várias flores e o garoto retira uma pequena margarida. Miya caminhava em direção ao castelo, se auto xingando em seu pensamento quando alguém a aborda mostrando uma flor. Era o mesmo garoto de antes, porém agora ela estava quase tendo um ataque de riso. O garoto era muito bonito, talvez o mais bonito que já vira em sua vida. Seus olhos são da cor hazel e seus cabelos são da tonalidade vermelho bordô, bagunçados, mas com charme. Ele aparentava ser mais velho que ela. Ela achava ridículo o que aconteceu, nunca ela havia tido um sentimento assim ao se aproximar de alguém bonito, era como se ela já o conhecesse, o que era mais ridícula ainda, pois ela tinha certeza que nunca o vira antes.


Garoto: Acredito que isto te pertence.
- Acho que não. Não é a minha cor. [Miya tenta sair de perto do garoto, rindo da cantada]
Garoto: Vejamos. [O garoto afasta o cabelo de Miya, que parecia paralisada, e coloca a pequena margarida sobre a orelha dela].

O garoto parecia ser daqueles que davam cantadas em qualquer garota que eles gostariam de ficar. Miya ri para por dentro da situação que estava e observa de longe o movimento da cidade ficar mais agitado, agora mais gente estava indo até a praça central. Talvez fosse algum espetáculo; os bardos adoravam esta época do ano. O garoto continuava olhando para ela com a mesma intensidade, esperando a reação de Miya. Ela decide não passar mais vergonha, ela sairia dessa por cima.

- Aposto que tem um monte dessas para oferecer por ai.
Garoto: A sua é a única. [Ele mostra suas mãos e estavam vazias e ainda faz uma careta, fazendo Miya rir alto].
Garoto: Sou Charles. [Miya o cumprimenta com uma das mãos e tenta sair, mas ele segura a mão dela e a puxa para perto dele].
Charles: Não me disse seu nome. Parece uma princesa.
Charles: Então deve ser algo como Sophie ou Esmeralda.
Charles: É isso. Princesa Esmeralda!
[Charles se curva para ela como se ela fosse uma princesa mesmo].
- Pare, as pessoas estão olhando!
Charles: Não até me dizer seu nome...
- É Miya.
Charles: Pronto. Não foi tão difícil, foi? [Ela tenta se desvencilhar, mas ele a impede novamente].
Charles: Deixe-me carregar isso, uma princesa não deveria carregar sua água.
- Não sou uma princesa.
Charles: Mas... você é para mim. [Miya ri sem parar].
Charles; Não está funcionando, está?
- Não, não mesmo.
- Mas gostei que tentou e que sabe quando desistir.
[Miya devolve a flor].
- É melhor ficar com isso.
- Caso alguém você ache atraente.

Charles: Eu só tenho olhos para você.
- Aham... Com certeza. [Risada]

Miya caminha de volta para o castelo com a bacia quase vazia e Charles ri para si, girando a pequena margarida enquanto caminhava até uma taverna distante e pouco movimentada. Ao entrar lá dentro ele procura por outra pessoa e quando a encontra, senta na mesma mesa. Era outro garoto, talvez da mesma idade que Charles, e aparentava estar bastante preocupado. Charles faz uma piadinha particular e o garoto não acha nada engraçado. O clima entre os dois mudam quando o garoto faz a seguinte pergunta.

Garoto: E aí, como foi?
Charles: Como suspeitávamos, ela não se recorda de nada. Achei que quando ela me visse, ela faria algo, lançaria uma magia, tentaria me matar...
Garoto: Você foi corajoso ao enfrentar seu maior temor, Charles. Pelo menos ela está segura aqui.
Charles: Por quanto tempo? Será questão de dias para eles virem aqui, Adrien.
Adrien: Vamos defendê-la deles, custe o que custar. É o nosso dever como cavaleiros.
Charles: Você não sabe o quão feliz eu fiquei quando a vi. Parecia que estava revivendo cada momento. Ela continua tendo a mesma personalidade, ela é a minha garota.
Adrien: Tá bom, não vai começar a se vangloriar agora.
Charles: Mas não sei se as coisas serão como eram antes. Não depois daquilo...
Adrien: Vamos dormir aqui e amanhã vamos pensar no que faremos.
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MensagemAssunto: Re: [Fan-Fic] - Ecos do Passado   Seg 11 Out 2010, 3:19 pm

Jah acabou?? Eu quero mais!!!! Adoro conflitos, romances, mistérios, dramas!!!
Adorei, Marcita!!!!
Continue logo, por favor!!!! Tô curiosa!!!! Você adora fazer isso comigo!!! Confessa!!!! Hihihihi!!!!
Bjinhosss!!!! Smile :*
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Alexis
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MensagemAssunto: Re: [Fan-Fic] - Ecos do Passado   Sex 15 Out 2010, 5:53 pm

Capítulo II – Vigilância?

No dia seguinte, Charles estava deitado na cama dura de seu quarto, pensando no que faria em seguida. Adrien dormia tão profundamente que até roncava, totalmente despreocupado. Charles queria dizer tantas coisas para ela, mas sabia que assim como ela estava ela corria menos perigo. Miya. Era um nome bonito para ela, mas não era o seu verdadeiro. E agora ele deveria tratar ela como se fosse outra pessoa, e era isso que ele não conseguia aceitar. Mas não há muita escolha, ou ela ficará mais vulnerável. Será Miya então. Adrien acorda fazendo bastante barulho e ao ver que Charles já estava acordado, ele joga seu travesseiro contra Charles.

Adrien: Vamos indo. Temos muito que fazer.

Eles caminhavam entre a multidão e começam a coletar mais informações sobre Miya e sua família. Eles ouviam sempre a mesma história: os Greville são nobres do Reino de Fiore, uma família bastante conhecida e respeitada, médicos, mercadores, heróis e até magos fazem parte da família. Possuem dotes e um legado inestimável. Sobre Miya, eles sempre diziam a mesma coisa, uma garota amável que está sempre disposta a ajudar, porém estava vindo pouco para a cidade já que faz trabalhos para uma guilda bem longe de Elmswell. Sem novas informações, eles decidem vigiar o castelo dia e noite, para isso eles compram alguns mantimentos com os mercadores e quando a noite chega, eles conseguem subir a muralha do grande portão com auxilio de ganchos. Eles sabiam que Miya estava sozinha em um grande castelo e isto aumentava mais as chances deles.

Nada acontecia de estranho. Miya estava em um dos vários salões do castelo e parecia escutar algo ao mesmo tempo em que cantava sozinha, acompanhada pelos pios de sua coruja e companheira, Yuki. Charles pula para a outra torre usando o mesmo gancho e não dá ouvidos às reclamações de Adrien. Tudo o que ele queria ouvir e ver era sua amada tocando e cantando... E ao chegar próximo da janela ele consegue ouvir a canção que ela cantava. Uma caixa que ele nunca vira na vida, tocava sons de vários instrumentos e Charles fica impressionado, mas não tão impressionado como ficou ao ouvir a ouvir a voz de Miya. Era uma voz tecida em misteriosa beleza, cristalina e sublime, inundando seu coração com uma torrente de harmonia divina. Ele estava encantado, só prestava atenção para ela, até que Adrien aparece e o afasta, melhor dizendo, o arrasta para longe.


Adrien: Tome mais cuidado!
Charles: Dê um tempo! Eu não a vejo faz tempo.
Adrien: Alguém chegou ao castelo. Veja lá.

No pátio inferior do castelo Dacilla caminhava em direção à entrada principal, carregando várias sacolas de compras e Miya a recebe, animada. Era ainda tarde, mas os garotos estavam bem escondidos e contavam com a distância do castelo em relação à cidade. Dacilla contava para Miya o que ela havia feito no seu dia de folga com as crianças e depois de muito papo, Dacilla veste seu uniforme e decide limpar o salão de festas. Mais criados começam a chegar e o sossego que Miya tanto queria terminou. Ela então decide passear pela cidade e visitar algumas pessoas.

O Mercado Aberto era o que Miya mais gostava de sua cidade, era onde havia as coisas mais bonitas e variadas que todos os artesões tentavam vender. Apesar de dinheiro nunca ser problema para ela, a indecisão a matava, pois demorava a achar algo que combinasse com o tal vestido da tal cor com tal acessório. Por fim comprou um novo pijama que tinha detalhes de flocos de neve e uma saia azul clara que ela estava de olho desde a outra vez que esteve ali. As missões na guilda tomavam tanto tempo que ela visitava sua cidade com pouca frequência. Ao dobrar a esquina, uns ladrões trancavam o caminho e cobravam jewels das pessoas para as deixarem passar. Miya se recusa a dar seu dinheiro para eles e um deles tenta pegar seu braço.


Ladrão: Garotinha desobediente! Que tal eu dar um jeito em você. Essa faca é bastante afiada.
- Eu não tentaria isso, se eu fosse você.
Ladrão 2: Ei, ela é filha dos Greville. Que tal vir conosco garota?
Ladrão: É mesmo. Seu resgate valeria uns milhões, não é?

- Meus pais não pagariam essa quantia. E sabe... eu não vou, se me derem licença ninguém irá se machucar.
Ladrão 2: Oh, ela está bravinha. Venha cá sua...

Miya segura o braço do homem e o gira para um dos lados, jogando-o contra o chão. O outro homem mais próximo era bem mais reforçado que o magrelo que usava óculos que Miya o derrubou. O homem dá uma risada e os outros homens começam a rir também, era impossível derrotar todos eles sem apelar para sua magia. E ela não queria usar ela em sua cidade, mas como um de seus braços estava preso nas mãos fortes daquele brutamonte, seria complicado executar uma magia. Eis que uma faca é lançada contra o homem e o acerta no braço que segurava Miya, que a solta de imediato. Miya olha para o outro lado da rua e vê dois homens, um que usava um tapa-olho e possuía cabelos vermelhos como o... é... ele estava junto.

Charles: Toque mais um dedo nela e verás o que te acontece!
Adrien: Não conseguiu te controlar, hein?
Charles: Cansei de ficar só vigiando ela...
- Como é que é?
Ladrão: Pequem eles! Todos eles!

Os ladrões partem para cima deles e a luta começa. Miya faz uma espécie de voadora acertando a face de um dos ladrões para em seguida acertar um chute consecutivo em outro ladrão. Outro aparece e tenta acertar Miya com sua faca mais ela consegue segurar o braço dele com uma de suas mãos, mas ao tentar atacar com a outra o ladrão consegue segurar o braço dela, evitando o soco. Os dois ficam face a face. Ele diz que a estudou enquanto lutava com os outros e Miya diz para ele estudar isso: ela dá um chute certeiro nos países baixos dele, fazendo-o cair de joelhos ao chão para em seguida dar um gancho de direita nele.

Adrien usava seu martelo e conseguia causar grandes estragos nos ladrões, da mesma forma que Charles, cuja habilidade com espadas era impecável. Miya tenta chutar um dos ladrões mais reforçados, mas este a segura pela perna e a joga no chão com força. Ela tenta se levantar, mas leva um soco no rosto e de joelhos ao chão, em uma posição nada agradável ela recebe um forte chute no estômago, fazendo a gritar de intensa dor. Ele tenta pisar em cima dela, mas Miya consegue girar para o lado escapando para em seguida dar uma rasteira nele para finalizar com um baita de um soco nas fuças dele. Miya olha para os lados e encontra todos os ladrões caídos no chão e os dois garotos tirando sarro deles.


-Quem são vocês? [Miya fica em posição de luta]
Charles: Calma! Calma, sou Charles, lembra?
- Claro que me lembro.
Charles: Lembrou mesmo?
- O insistente de ontem. Agora é um perseguidor. Que história é essa de me vigiar?
Charles: Ah, pensei que tivesse lembrado...
Adrien: Sou Adrien e este é Charles. Estamos aqui para protegê-la.
Charles: Você não devia ter dito isso!
Adrien: Agora não temos escolha...
- Me proteger? Eu consigo lidar com esse tipo de valentões, sozinha!
Charles: Ah sim, consegue. [Risada]
- Está rindo do que?
Adrien: Estamos falando de um perigo maior do que ser vítima de trambiques.
Adrien: Por favor, nos acompanhe até a taverna DragonForge, não fica muito longe daqui. Umas 4 quadras a oeste.

- Mas nem morta! Não vou seguir estranhos...
Charles: Agora você nos conhece, He.. digo, Miya.
Adrien: Estamos pedindo, por favor.
- E-eu... está bem. Se aprontarem algo, vão sofrer as consequências.
Adrien: Não iremos fazer nada de mal. Por favor, nos acompanhe. É por aqui...

Adrien, Charles e Miya caminham em direção à taverna, e a noite ameaça aparecer. Não muito longe daí, uma carruagem puxa por dois cavalos negros se dirigia rumo à cidade. Dentro da carruagem uma linda mulher e um homem conversavam sobre seus próximos planos. A carruagem vibrava bastante para irritação da mulher que queria chegar logo em seu destino, em seu objetivo.

?: Logo estaremos em Elmswell.
?: Não precisaremos agir de imediato. Enviei Weldig para fazer o trabalho sujo.
?: O assassino? Nosso trabalho não era capturá-la?
?: Ela seria executada diante de todos, ou seja, morreria da mesma forma. Eu estou dando uma forma de morrer sem se humilhar. Há algo mais digno que isso?


A carruagem continua seguindo viagem...

Continua...
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MensagemAssunto: Re: [Fan-Fic] - Ecos do Passado   Qua 20 Out 2010, 9:52 pm

Fiquei curiosa, Marcinha!!! Aiiiin!!! A Miya não é a Miya? Como ela conhece os outros dois?? Continuaaaa logo!!!
Muito boa a fic!!!
Bjinhoss!!!! Smile :*
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MensagemAssunto: Re: [Fan-Fic] - Ecos do Passado   

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